Se você já pesquisou sobre facetas dentárias, provavelmente encontrou essa afirmação em algum lugar: “faceta estraga o dente”. É uma das dúvidas mais repetidas sobre o procedimento, e existe um motivo real por trás dela: antigamente, isso chegava a ser verdade.
A boa notícia é que a odontologia evoluiu bastante nos últimos anos, e o que era necessário há um tempo já não é mais a realidade das facetas de hoje. Aqui na Clínica CLOE, em Maceió, explicamos essa evolução para que você entenda de onde vem esse medo e por que ele não precisa mais te impedir de sorrir com confiança.
De onde vem esse mito
O mito não nasceu do nada. Há alguns anos, colocar uma faceta realmente exigia um desgaste maior do dente. Os materiais disponíveis na época eram mais espessos, e para alcançar um resultado estético natural, era preciso remover mais estrutura do esmalte do que se remove hoje.
Foi esse histórico que deu origem à ideia de que “faceta estraga o dente”. Não é uma informação errada, é uma informação desatualizada: descreve como o procedimento era feito no passado, não como ele é feito atualmente.
Como a técnica evoluiu
- Antigamente: as facetas eram mais espessas e para se encaixarem de forma natural, exigiam um desgaste maior do esmalte.
- Hoje: com materiais mais resistentes e finos, o mesmo resultado estético é alcançado com um desgaste mínimo e, em alguns casos, como nas lentes de contato dental, praticamente sem desgaste nenhum.
Essa evolução é o motivo pelo qual uma faceta bem planejada hoje preserva a estrutura do dente natural, mesmo que a fama antiga do procedimento ainda gere insegurança em quem está pesquisando.
Faceta de resina ou de porcelana: isso muda alguma coisa?
Essa é outra dúvida comum, já que muita gente pesquisa “faceta de resina ou porcelana” tentando entender as diferenças entre elas:
- Faceta de resina: aplicada diretamente sobre o dente, em camadas. Costuma exigir o menor desgaste possível, às vezes nenhum, e é mais simples de ajustar.
- Faceta de porcelana: confeccionada em laboratório e cimentada sobre o dente. Costuma ter mais resistência a manchas e maior estabilidade de cor ao longo do tempo.
Os dois materiais acompanharam a mesma evolução: hoje é possível trabalhar com espessuras bem mais finas do que antigamente, tanto em resina quanto em porcelana, preservando o dente natural em ambos os casos.
O papel do planejamento e do diagnóstico por imagem
Uma avaliação detalhada mostra a espessura do esmalte disponível e a real necessidade de ajuste em cada caso. É esse planejamento que confirma, antes de qualquer preparo, que a técnica atual será aplicada com o menor desgaste possível para o seu caso específico.
Perguntas frequentes
Faceta de resina estraga mais o dente que a de porcelana? Não. Os dois materiais, hoje, permitem preparo mínimo. A diferença entre eles está mais ligada à durabilidade da cor e ao tempo de confecção do que ao impacto sobre o dente.
Faceta ainda exige desgaste grande, como antigamente? Não. Essa é justamente a origem do mito: descreve uma técnica que ficou no passado. Com o planejamento e os materiais atuais, o desgaste é mínimo ou inexistente, dependendo do caso.
Toda pessoa pode fazer faceta? Depende do caso. Às vezes outras soluções, como lentes de contato dental ou clareamento, atendem melhor ao objetivo, e isso também faz parte do planejamento.
O medo é antigo, a técnica não é mais
O receio de que a faceta “estraga o dente” é compreensível, mas pertence a uma odontologia que já ficou para trás. Com o planejamento certo, hoje é possível transformar o sorriso preservando o que há de mais importante: o seu dente natural.
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